“ a oca história”

A loira oxigenada,
mira-se na montra enlevada,
devora “sabrinas”,
“Marias”,
e “Caras”(1)...
tudo sabe do Jet-set,
das “madamas” enfatuadas,
Tétés, Cócòs, e KiKis!...
Vende-se... p’ ra vestir como elas!...
Sonha ricaço caçar,
um novo rico qualquer,
que exibir a mulher quer,
como um trofeu de caça qualquer
p’ra seu querer “biblot”!...
Passam anos...
a menina oxigenada,
de menina, já não tem nada...
p’ ra “biblot” já não serve,
p’ ra exibir também não!...
É por outra trocada!
Restam talvez os filhos...
uma coluna no jet-set...
as jóias, as peles e o “nada”!

(1) Revistas fúteis onde as "fofocas" ganham cor

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