"Até que o “corpo” nos separe!"

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Vai contente a minh’ alma
Sinto-a perdida d’amor!
Unguento que me acalma…
aquecida pelo calor,
da chama ardente do te’ olhar!
Vibro ao som desse sentimento,
Que nubente assim me traz!
Unidos sem tempo ficámos…
no dia em que nasceste
nos teus sessent’ e quatr’ anos
noiva fui, noiva serei
ao teu lado estarei
Esquecendo-nos…
do o que já nos doeu!
Amarmo-nos…
Sem medida…
Até que o “corpo” nos separe!
e as almas pairem por ai...
por aqui...
por acolá!

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3 comentários:

  1. Não sei quem vence!
    Não sei quem leva a melhor
    Só sei que um sorriso teu
    Fez desabrochar das pedra uma flor

    Com ela teci um tapete
    Engalanei a sombra dos teus passos
    Escrevi um derradeiro pedido numa pétala
    Rogando a infinita ternura dos teus abraços



    Doce beijo

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  2. Até que o corpo nos separa...e al almas se juntem para sempre..Não é isso o que se pretende num amor verdadeiro? Que a despedida não seja nunca definitiva...
    Encontrate palavras poéticas para nos transmitir este sentir...
    Um beijo e uma boa semana.
    Graça

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  3. Olá Margarida,
    Ontem passei por aqui gostei e fiquei seguidora, hoje encontrei-te no meu blogue, o que revela que o mesmo te cativou.
    Ontem andei a ver as tuas pinturas, gostei, eu também pinto, mas nada de especial, ainda não encontrei o estilo.
    Gosto das tuas pinturas e dos teus poemas.
    «Até que o corpo nos separe» está perfeito e também perfeito seria se essa situação fosse mais comum, não é?
    Beijinhos,
    Manuela

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